Do problema ao aprendizado: entenda o funil e trabalhe com evidências.
Growth é um processo de aprendizado
Growth conecta produto, marketing e vendas para investigar os obstáculos ao crescimento. Comece pelo problema observado, não pela preferência por um canal ou uma tática. Uma ideia só vira aprendizado quando há contexto, medida e revisão do resultado.
Diferencie fato, hipótese e lacuna: fato tem fonte e período; hipótese é uma explicação ou intervenção a testar; lacuna é algo ainda desconhecido. Não preencha uma ausência de dados com uma estimativa apresentada como verdade.
Localize o gargalo no funil
Aquisição: as pessoas certas chegam? Ativação: elas experimentam o primeiro valor? Retenção: voltam e continuam usando? Monetização: a operação gera receita sustentável? Indicação pode ampliar o ciclo. Analise a etapa em relação ao objetivo atual, sem supor que mais tráfego resolve um problema de retenção.
Escolha uma etapa e uma métrica principal ligada ao problema.
Registre valor atual, período, unidade, fonte e responsável; marque o que ainda falta.
Escolha uma métrica de proteção, como cancelamento ou custo, para evitar melhorar um número prejudicando outro.
Defina a mudança que pretende observar e como decidirá continuar, ajustar ou parar.
Desenhe um teste antes de executar
Exemplo ilustrativo: se pessoas qualificadas abandonam o cadastro, simplificar um campo pode reduzir a fricção. Registre o público, a intervenção, a métrica e o período. Isso é uma hipótese; não é um resultado já comprovado.
Quando possível, use um desenho de comparação apropriado e registre limitações de amostra, sazonalidade e outros fatores. Um score de priorização não calcula significância nem demonstra causalidade. Preserve também resultados inconclusivos.
Guia de uso da aplicação
Um roteiro de ponta a ponta para o primeiro projeto e ciclo.
1. Entre e prepare o contexto
O piloto hospedado usa autenticação ChatGPT. Escolha o perfil company, agency ou expert conforme sua atuação; esse tipo de perfil não substitui permissões de projeto. O servidor retoma um projeto para o qual a conta tem autorização.
Para iniciar uma operação company sem vínculo existente, complete workspace, empresa, segmento e projeto. Se já pertence a uma equipe e vê acesso aguardando concessão, peça ao responsável um convite ou papel de projeto: criar outro perfil não resolve uma concessão ausente.
2. Diagnóstico e gargalos
Na aba Diagnóstico & Gargalos, complete briefing, oferta, ICP, objetivo e restrições. Registre métricas com seus períodos e fontes e separe evidências de lacunas. Empresas autorizadas podem salvar os gargalos atuais.
Gere e revise a prévia completa antes de confirmar o diagnóstico. A confirmação cria uma versão imutável; revisar um rascunho depois não deve reescrever um pacote confirmado. Use a exportação do pacote para um handoff rastreável.
Esquema ilustrativo do ciclo no Growth Lab. O diagnóstico orienta as hipóteses; a execução gera observações para a próxima decisão. Não é uma captura de um projeto real.
3. Explore playbooks e escreva hipóteses
Na biblioteca, escolha idioma, categoria e dificuldade ou pesquise pelo título e descrição exibidos. As traduções PT/ES são versões editoriais dos trechos fornecidos; o inglês original e o link da fonte são preservados. Ferramentas antigas citadas e números da origem precisam de verificação atual, não são garantias do Growth Lab.
Aplicar ao ciclo transfere a ideia para um rascunho no cliente. Complete público, problema, intervenção, mudança observável, justificativa e evidências. Nada é salvo no D1 até você confirmar uma ação de salvar. Se já existe texto no editor, revise o aviso antes de substituir o rascunho.
A origem não fornece etapas e frameworks estruturados para as 100 táticas. Campos vazios significam informação não fornecida, não uma falha de carregamento. Um playbook não cria evidência nem atribui automaticamente confiança ou ROI ao seu projeto.
3.1 Vincule evidências sem confundir fato e interpretação
Comece pelo problema, público, período e métrica principal. Se um cartão trata de outro contexto, não o use apenas porque parece favorável. Leia a relação já exibida no cartão, sem editá-la aqui: SUPPORTS sustenta a proposta, CONTRADICTS registra tensão ou limite e CONTEXT descreve uma condição relevante.
Confira fonte e confiança, preserve evidência contrária e use o racional para explicar o encadeamento entre o que foi observado e a intervenção sugerida. O vínculo demonstra rastreabilidade, não causalidade. O servidor recusa cartões de outro ciclo.
Leia o problema e a mudança observável esperada.
Selecione o menor conjunto de cartões diretamente relacionado.
Inclua sinais contrários ou restrições materiais.
Explique no racional o que é fato, o que é inferência e qual incerteza o teste reduzirá.
Revise todos os vínculos antes de salvar ou confirmar a priorização.
3.2 Use IA somente como rascunho revisável
Antes da geração, o servidor valida identidade, projeto ativo, ciclo em HYPOTHESES_DRAFT e pacote confirmado. O provedor recebe somente métrica principal, etapa AARRR e metadados dos cartões — ID, tipo, relação e confiança. Texto livre das evidências, orçamento, pacote completo e credenciais não são enviados.
A saída é estruturada, temporária e marcada AI_DRAFT. Ela não pode inventar metas, custos, resultados ou score ICE e só pode referenciar IDs existentes no ciclo. Transferir a proposta apenas preenche o editor humano; revise público, causalidade, mudança observável, lacunas e evidências antes de salvar.
4. Confirme a prioridade e conheça o próximo passo
Avalie o rascunho com ICE, RICE ou PCX e use ordenação para comparar propostas. Na aba Ciclos & Experimentos, consulte a matriz canônica e confirme uma priorização com justificativa e evidências quando permitido. A avaliação do rascunho e a confirmação canônica são etapas distintas.
A promoção exige hipótese humana salva, prioridade canônica e planejamento próprio. A tela principal atualmente confirma prioridades e lista experimentos, mas ainda não expõe a ação de promover uma hipótese. Salvar ou confirmar a nota não cria um experimento. Consulte o guia Hipóteses e Playbooks para requisitos e limites; projetos arquivados permanecem somente leitura.
Hipóteses e Playbooks: das evidências à prioridade
Preencha cada campo, escolha evidências úteis e decida quando usar ICE, RICE ou PCX. Entenda o que já está disponível em Ciclos & Experimentos.
1. Prepare o ciclo antes de escrever
Uma hipótese propõe uma mudança testável para um público e uma métrica de negócio. ICE, RICE e PCX são métodos para priorizar essa proposta; a métrica de negócio pode ser ativação em 7 dias, conversão ou retenção.
Em Diagnóstico & Gargalos, complete contexto e métricas com fonte, período, unidade e confiança; revise as lacunas.
Revise a prévia e confirme o diagnóstico. Em Ciclos & Experimentos, use Criar ciclo com esse pacote confirmado, ou Abrir ciclo para retomar o correto.
Se o ciclo estiver criado, use Abrir rascunho de hipóteses. A edição exige projeto ativo, etapa de rascunho e permissão adequada.
Volte a Hipóteses & Playbooks. Confira Métrica principal vinculada e Pacote de origem antes de usar Nova hipótese.
2. De onde vêm as evidências vinculadas?
Ao criar o ciclo, o Growth Lab gera cartões rastreáveis a partir do pacote de diagnóstico confirmado: métricas observadas, fatos, sinais contrários, inferências, restrições e iniciativas anteriores. Cada cartão conserva um retrato da origem. Os cartões desta tela pertencem ao ciclo selecionado; não são anexos que você envia no formulário da hipótese.
O checkbox vincula ou desvincula um cartão; não altera seu texto, tipo, relação ou confiança. Leia o rótulo sustenta, contradiz ou contextualiza já exibido. Sustenta não significa que a intervenção funcionará; uma inferência continua sendo uma interpretação.
Como interpretar os cartões do ciclo
Tipo e relação exibida
O que representa
Como usar
Métrica observada · sustenta
Um valor observado com contexto de medição.
Fundamente a dimensão do problema; confira fonte, período e denominador.
Fato observado · sustenta
Uma observação registrada no diagnóstico.
Use somente se tratar do mesmo público e problema.
Evidência contrária · contradiz
Um sinal que limita ou desafia a explicação.
Inclua se for relevante e explique como o teste o considerará.
Inferência · contextualiza
Uma explicação ainda não demonstrada.
Use como hipótese de mecanismo, não como prova causal.
Restrição · contextualiza
Uma limitação operacional, técnica ou comercial.
Ajuste o escopo e o esforço de execução.
Iniciativa anterior · contextualiza
Um histórico descrito no diagnóstico.
Investigue o que foi tentado e a comparabilidade do contexto.
3. Quais cartões marcar — e o que fazer se faltarem?
Selecione ao menos um cartão pertinente; o limite é 50, mas quantidade não aumenta a qualidade da evidência. Prefira o menor conjunto que descreva o problema, sustente o mecanismo proposto ou explicite uma restrição importante. Preserve sinais contrários relevantes. Não selecione todos apenas para aumentar a contagem.
A confiança Alta/Média/Baixa/Desconhecida do cartão descreve a qualidade atribuída à origem. A nota C de 1 a 10 é sua avaliação fundamentada para a priorização; não há conversão automática de Alta para 10. Nenhuma das duas equivale a significância estatística ou probabilidade de sucesso.
Se a lista estiver vazia ou desatualizada, volte ao diagnóstico, registre os dados faltantes e confirme uma nova versão quando necessário. Depois crie ou abra o ciclo correspondente à nova base. Editar o diagnóstico e atualizar o navegador não muda os cartões do ciclo antigo: cada pacote confirmado só origina um ciclo.
4. Como preencher o formulário inteiro
Use Nova hipótese para começar sem misturar intervenções. Escreva uma ideia que permita entender o que será mudado, para quem, por qual motivo e o que será medido. Os exemplos abaixo são fictícios e servem apenas como modelo de preenchimento.
Campo a campo: exemplo de ativação de um SaaS
Campo
Como preencher
Exemplo ilustrativo
Problema observado
Fato mensurável, público e período; separe a possível causa.
Na coorte de 500 cadastros com janela de 7 dias encerrada, 100 chegaram ao primeiro valor: ativação de 20%.
Público / coorte
Critério de entrada, segmento e exclusões relevantes.
Novos usuários do plano gratuito em português; excluir contas internas.
Intervenção proposta
Uma mudança específica que a equipe consegue implementar.
Adicionar um checklist guiado de três passos para concluir a primeira configuração.
Mudança observável esperada
Direção do efeito e definição da medida, sem inventar uma meta.
Aumentar a proporção que conclui a primeira configuração em até 7 dias após o cadastro.
Etapa AARRR
A etapa mais diretamente afetada pela intervenção.
Ativação. Aquisição seria trazer novos usuários; retenção seria fazê-los voltar.
Racional
Ligue observação, interpretação, mecanismo e incerteza.
A baixa ativação é observada. A fricção na configuração é uma explicação a testar; o checklist pode orientar a primeira ação. Ainda precisamos verificar esse mecanismo.
Evidências vinculadas
Marque os cartões reais deste ciclo relacionados à proposta.
Métrica de ativação, fato relevante e eventual sinal contrário. Não crie números ou cartões só para reproduzir este exemplo.
Avaliação ICE / RICE / PCX
Opcional no rascunho. Preencha todas as notas do método escolhido ou deixe Sem avaliação.
PCX com P=8, C=6 e X=3 gera 16, se houver justificativas para essas notas.
5. O que a IA preenche e quais dados utiliza
Gerar rascunho cria uma prévia temporária. O servidor valida acesso, projeto ativo, ciclo em etapa de hipóteses e pacote de diagnóstico confirmado e íntegro. A métrica principal vem do indicador do pacote; a etapa AARRR vem da etapa prioritária do diagnóstico. A geração consulta todos os cartões disponíveis no ciclo, antes de você revisar ou marcar evidências no formulário humano.
No modo OpenAI, o texto enviado contém apenas a métrica principal, a etapa AARRR e metadados dos cartões: ID, tipo, relação (sustenta/contradiz/contextualiza) e confiança. O conteúdo textual dos cartões, público/coorte, orçamento, credenciais e textos livres do diagnóstico não são enviados. Portanto, a IA não lê os fatos e números descritos nos cartões para formular a proposta; ela pode apenas referenciar IDs válidos. Verifique o campo Provedor na auditoria para saber o modo usado. No código atual, o modo padrão é MOCK, salvo configuração explícita diferente; nesse modo, a saída é genérica, não uma análise personalizada.
A proposta pode conter título, descrição, alavanca de Growth, métrica, etapa AARRR, racional, IDs de evidências, lacunas declaradas, tags e um sinal de confiança. A métrica é preservada do pacote; IDs têm de pertencer ao ciclo. A IA não calcula uma nota canônica: ICE permanece NOT_CANONICAL, sem score ou fórmula. Não use tags ou confiança declarada como fatos.
Ao transferir para o editor humano, título vira Problema observado; alavanca e descrição formam Intervenção proposta; racional, etapa e IDs vinculados são copiados. Público/coorte e Mudança observável esperada ficam vazios para você completar. A avaliação ICE/RICE/PCX não é transferida. Revise cada campo, abra os cartões originais para ler fonte, período, conteúdo e limitações, acrescente uma mudança mensurável sem inventar meta e só então salve. A transferência não grava a hipótese no banco. Em separado, o sistema persiste um evento de auditoria da geração com prompt e resposta para rastreabilidade.
Abra Biblioteca de Playbooks, pesquise a tática e revise fonte, categoria e dificuldade. Aplicar ao ciclo prepara uma referência local; não cria evidência nem salva uma hipótese. Se o editor já tiver conteúdo, ele é preservado e a referência fica pendente; use Nova hipótese para trabalhar num formulário vazio e confira o aviso de preenchimento. Adapte a tática ao público e complete campos e evidências. ROI informado pela fonte não é meta, previsão ou justificativa automática para nota alta.
Prévia da IA e campos após a transferência
Informação
Na prévia
No formulário humano
Título
Proposto como nome da ideia.
Preenche Problema observado; reescreva como problema comprovado pelo diagnóstico.
Descrição + alavanca
Sugere a mudança e a alavanca de Growth.
Combinadas em Intervenção proposta; torne a ação específica e viável.
Métrica principal
Copiada do pacote confirmado.
Continua vinculada ao ciclo; não é editada pela transferência.
Etapa AARRR
Sugerida a partir da etapa prioritária do diagnóstico.
Preenche a etapa; confirme se a ideia afeta diretamente essa etapa.
Racional
Texto proposto para revisão.
Preenche Racional; separe fato, interpretação, mecanismo e incerteza.
IDs de evidências
Referências a cartões existentes no ciclo.
Vincula os cartões; abra e leia seus conteúdos antes de salvar.
Público e mudança esperada
Não são inferidos com segurança pelo contexto disponível.
Ficam vazios; defina coorte e resultado observável, sem inventar alvo numérico.
ICE / RICE / PCX
ICE é explicitamente não canônico; sem score/fórmula.
A avaliação fica sem preencher para escolha e justificativa humanas.
Lacunas, tags e confiança
Notas auxiliares da prévia, não fatos validados.
Não são transferidas como evidências nem como avaliação de priorização.
6. ICE, RICE ou PCX: qual escolher?
Não existe um método superior em todos os casos. Escolha um para o grupo de ideias que será comparado e mantenha a mesma métrica-alvo, período e rubricas de pontuação. Não escolha o método que produzir o maior número. Em RICE, alcance conta pessoas elegíveis no período, não visualizações repetidas; duas pessoas dedicadas por dois dias representam 4 pessoa-dias. Alcance zero gera score zero e não atende ao requisito de prioridade positiva para promoção.
Escolha do método e fórmulas usadas neste Growth Lab
Método
Quando faz sentido
Entradas e fórmula
ICE
Triagem simples e rápida quando você consegue discutir impacto, evidência e facilidade, mas ainda não tem alcance confiável.
Impacto I, Confiança C e Facilidade E: inteiros 1–10. ICE = (I + C + E) / 3. Maior E significa mais fácil.
RICE
Comparar iniciativas com alcances diferentes quando há uma estimativa defensável de pessoas no mesmo período e esforço em pessoa-dias.
Alcance R inteiro ≥0; I e C inteiros 1–10; esforço de 0,01 a 100.000 pessoa-dias. RICE = [R × (I/10) × (C/10)] / esforço. Confiança 8, não 80, representa uma nota 8/10.
PCX do Growth Lab
Ordenar o backlog por potencial de negócio, suporte das evidências e esforço relativo de implementação, sem depender de um alcance ainda desconhecido.
P, C e X: inteiros 1–10. PCX = (P × C) / X. X é esforço: 1 rápido/simples, 10 lento/complexo. Maior X reduz o score.
7. Como justificar as notas e ordenar as ideias
Combine rubricas antes de avaliar. Como sugestão de equipe, C=1–3 pode indicar suposição ou evidência fraca; 4–6, dados observados com mecanismo incerto; 7–8, sinais independentes e comparáveis; 9–10, histórico repetido no mesmo contexto, ainda com limitações. Essa rubrica é uma proposta de trabalho, não uma classificação automática do software. Potencial/Impacto deve refletir relevância para a métrica; esforço deve incluir preparação, implementação, instrumentação e QA.
Exemplos reproduzíveis: ICE(8,6,4)=6; RICE com alcance 1.000, I=8, C=5 e esforço 4 pessoa-dias =100; PCX(8,6,3)=16. São escalas distintas: RICE 100 não é dez vezes melhor que PCX 10. Em PCX, dobrar X de 3 para 6 reduz 16 para 8.
Depois de salvar, use Ordenar hipóteses pelo mesmo método. Notas de outros métodos ficam ao final. Somente Quick Wins é uma heurística: ICE exige impacto ≥7 e facilidade ≥8; RICE exige impacto ≥7, confiança ≥5 e esforço ≤2 pessoa-dias. Para PCX, esse filtro fica desativado; use a ordenação. A calculadora PCX do card é uma simulação local, não um salvamento.
8. O que fazer em Ciclos & Experimentos
Adicionar hipótese ou Salvar edição conserva o rascunho humano e sua avaliação, sem criar experimento. Abra Ciclos & Experimentos e localize Matriz ICE / RICE / PCX governada. Selecione a hipótese humana persistida, escolha o método e preencha Alavanca, Mecanismo, Justificativa da priorização, notas e ao menos uma Evidence Card do mesmo ciclo. Revise a seleção também nesta matriz; não suponha que todos os campos foram transferidos.
Use Confirmar priorização e confira Prioridade canônica confirmada e o Histórico canônico. Esse registro confirma a prioridade; não é execução, aprovação de orçamento ou resultado do teste. Uma prévia numérica no editor não substitui essa confirmação.
Para transformar a hipótese priorizada em experimento, o contrato exige hipótese humana salva, prioridade canônica válida e positiva, permissão e planejamento: métrica primária, baseline observado, lift planejado, amostra e duração de 1 a 90 dias. Lift e amostra precisam de justificativa de desenho de teste; o formulário não calcula poder ou significância. Não invente esses parâmetros para avançar.
Metodologias ICE, RICE e PCX
Escalas, fórmulas implementadas e exemplos reproduzíveis.
ICE_V1: média de três notas
ICE usa Impacto, Confiança e Facilidade, com notas inteiras de 1 a 10. A fórmula desta aplicação é (impact + confidence + ease) / 3; não é o produto das três notas. Quanto maior a facilidade, menor a dificuldade percebida de executar.
Exemplo: Impacto 8, Confiança 6 e Facilidade 4 produzem ICE = 6. Defina critérios compartilhados para cada nota e explique por que as evidências sustentam sua confiança. Reavalie quando surgirem dados melhores.
RICE_V1: alcance normalizado por esforço
RICE usa alcance inteiro não negativo, Impacto e Confiança de 1 a 10 e esforço de 0,01 a 100.000 pessoa-dias. A fórmula implementada é (reach × (impact / 10) × (confidence / 10)) / effortPersonDays. Esta normalização é específica da aplicação; não insira 80 no campo de confiança para representar 80%.
Exemplo: alcance 1.000, Impacto 8, Confiança 5 e esforço 4 geram RICE = 100. Compare hipóteses com o mesmo período de alcance e a mesma unidade de esforço. Se não consegue estimar alcance, mantenha a avaliação em aberto e procure a informação.
Prévia, persistência e score canônico
A prévia aparece enquanto você digita valores válidos. O servidor valida limites e recalcula ao salvar, arredondando para quatro casas decimais. Um valor inválido não deve ser contornado por edição do cliente.
Ordenar por ICE/RICE organiza a lista; não aprova orçamento, não executa um teste e não prova resultado. Não compare diretamente a magnitude de um ICE com a de um RICE. A confirmação canônica exige permissão, justificativa e vínculos de evidência conforme o fluxo da matriz.
PCX_V1: matriz proprietária do Growth Lab
PCX combina Potencial P, Confiança C e Esforço de Execução X, todos inteiros de 1 a 10. PCX = (P × C) / X. Em X, 1 representa execução rápida e simples e 10 lenta e complexa. P=8, C=6 e X=3 geram PCX=16; dobrar X para 6 reduz a nota a 8. Confiança não é probabilidade de sucesso.
Selecione PCX no editor para avaliar e salvar o rascunho; ordene pelo mesmo método. Na matriz governada, informe justificativa e evidências e confirme a priorização canônica. O servidor recalcula e registra PCX_V1 no histórico; a promoção para experimento permanece explícita e sujeita aos mesmos gates. Compare scores apenas dentro do mesmo método. Não há limiar Quick Win definido para PCX.
Defina a métrica-alvo e rubricas compartilhadas.
Preencha P, C e X com justificativas verificáveis.
Confira a prévia e confirme no servidor.
Revise o histórico antes de promover a hipótese a experimento.
Equipe, convites e governança
Entenda acesso por projeto, compartilhamento e marketplace.
Papéis de uso e permissões de projeto
company, agency e expert descrevem o perfil de uso. ADMIN, MEMBER, VIEWER e EXPERT são permissões concedidas em um projeto; são conceitos separados. O proprietário e administradores autorizados gerenciam membros e convites na aba Configurações & Governança.
ADMIN permite gestão de membros no projeto; MEMBER e EXPERT permitem a edição prevista pelos guards; VIEWER tem leitura. Papéis especializados de growth e o modo de governança controlam ações específicas. Ser administrador de um projeto não concede acesso global aos contatos de Early Adopters nem a outros tenants.
Convide e compartilhe com segurança
Digite o e-mail correto, escolha a permissão e gere o convite. O link é pessoal, de uso único e válido por sete dias. O destinatário deve entrar com uma conta cujo e-mail corresponda ao convidado. O convite só concede acesso após o aceite.
Copiar link informa quando a cópia foi confirmada pelo navegador. Enviar por WhatsApp abre uma mensagem pronta; você escolhe o contato, revisa e confirma o envio. Abrir o WhatsApp não comprova entrega. Os links só ficam disponíveis na sessão em que foram gerados; tokens históricos não são recuperados.
O envio de e-mail depende do provedor configurado. Se estiver indisponível, use o link seguro. Revogar um convite bloqueia seu aceite futuro; para remover alguém que já aceitou, revogue o acesso do membro no projeto.
Orçamentos e marketplace
No modo estrito, aprovações internas exigem o patrocinador ou proprietário autorizado. No modo delegado, o profissional explicitamente designado pode decidir as ações permitidas. No modo externo, o link de orçamento tem validade e escopo próprios; um convite de membro não é um link de aprovação.
Empresas autorizadas podem salvar gargalos e enviar solicitações a perfis publicados no diretório opt-in. Agências e especialistas consultam as solicitações recebidas e revisam seu próprio perfil. Solicitação de conexão não representa contrato, disponibilidade garantida ou resultado comprovado.
A conexão LinkedIn depende de configuração do provedor e complementa a conta do piloto. Nome e foto podem ser importados pelo OIDC padrão; headline, bio, experiências e competências devem ser revisadas ou preenchidas. Publicação no diretório exige uma decisão explícita do profissional.
Mapa dos fluxos e responsabilidades
Convite concede uma permissão de projeto após aceite pelo mesmo e-mail. Alterar membro modifica a concessão já ativa. Link de orçamento permite uma decisão externa específica. Solicitação de marketplace apenas registra interesse entre empresa e perfil opt-in. São quatro objetos diferentes e nenhum deles substitui os demais.
Antes de agir, confirme o objetivo: dar acesso, mudar permissão, solicitar aprovação ou iniciar contato. Use sempre o menor privilégio, revogue itens que não são mais necessários e nunca encaminhe um token para uma pessoa diferente da destinatária.
Acesso: gere convite e aguarde o aceite.
Equipe: ajuste ou revogue a permissão do membro ativo.
Governança: escolha o modo e o decisor de orçamento.
Marketplace: salve gargalos, consulte aderência e envie solicitação.
Projeto: use convite separado se a futura colaboração exigir acesso.
FAQ e solução de dúvidas
Resolva problemas comuns sem comprometer dados ou permissões.
Meu acesso está aguardando concessão
Confira se entrou com o e-mail convidado e se aceitou um convite válido para o projeto correto. Peça ao administrador que confira o vínculo e o papel da sua conta. Não altere parâmetros do navegador para tentar assumir outro projeto; o servidor decide o acesso.
O convite expirou ou o link sumiu
Peça um novo convite ao responsável. Se ainda existe um convite pendente para o mesmo e-mail, ele pode precisar ser revogado primeiro. Recarregar a página pode apagar o link bruto da sessão, pois o banco armazena apenas o hash. Um link encaminhado ao e-mail errado não pode ser aceito por essa outra conta.
Não consigo copiar ou abrir o WhatsApp
Selecione o campo do link e copie manualmente se o navegador negar a área de transferência. Confira o bloqueio de novas janelas e se o WhatsApp está disponível no dispositivo. Revise o destinatário antes de enviar; a aplicação prepara a mensagem, mas não envia automaticamente.
A biblioteca, o idioma ou a nota não aparecem
Remova filtros de busca e confirme o idioma no seletor. Um conteúdo sem tradução retorna ao inglês original com aviso. Idioma e conclusão do tour dependem das preferências do navegador; se cookies ou armazenamento estiverem bloqueados, podem não permanecer após recarregar.
Para scores, preencha todos os campos do método dentro dos limites. Zero é permitido para alcance, mas não para esforço. A prévia não é um salvamento. Se o servidor rejeitar uma edição por revisão desatualizada, atualize a leitura antes de tentar novamente.
Quero ajuda sem expor informações sensíveis
Use Refazer tour no rodapé da barra lateral ou volte a esta central. Ao relatar uma falha à equipe responsável, informe a tela, a ação e uma mensagem de erro sem incluir dados de clientes, cookies, tokens ou links pessoais de convite. Não cole credenciais nos formulários do projeto.